sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A Calúnia na rede.

A idéia de falar mal dos outros, seja na forma da calunia, injuria ou difamação, aparece desde muito cedo na história.Elas visam de forma nociva excluir um indivíduo ou grupo do convívio social. Faz parte da história da Calunia a célebre obra dos tempos da Grécia, chamada a Calunia de Apeles, pintada pelo artista para se defender dela e quando mostrou os seus diferentes componentes humanos.

No mundo do marketing, a idéia de excluir alguém ou um grupo do convívio social, pode ser entendido como excluir uma marca do mercado ou mesmo um grupo delas, como tem as corporações. Esse recurso de exclusão, se examinado à luz da mídia

de hoje, tem um campo enorme para a propagação e que parte de uma atitude simples de falar o que ouviu falar. É o Buzz Marketing usado pelo malao contrário. Como se proteger então desse risco?

Primeiro ter a prática de valores. As marcas tem por princípio um núcleo, uma essência, DNA, em outra linguagem, que determinam como todas as ações da empresa devem ser feitas para ser forte e coerente em torno dele. Ninguém imagina que a Apple possa ser caluniada pela inovação, que atingiria o seu núcleo enfraquecendo a marca como um todo. As marcas fortes constroem barreiras de proteção e cinturões de segurança a partir da comunicação em expressões diretas, como a própria comunicação e design e indiretas, via comunicação com a sociedade, por exemplo.


FONTE: AdOnline 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O País da Televisão

Por: Adilson Xavier

Os números do Projeto Inter-Meios gritam. Televisão beira os 65%.

Que país do futebol que nada. O preço do ingresso nos estádios se mantém praticamente estável, o que valoriza de verdade é a cota do patrocínio televisivo. Os grandes clubes conseguem sustentar seus craques graças aos direitos de transmissão, não aos torcedores nas arquibancadas. Nem mesmo a seleção canarinho segura mais a onda, longe de estar com aquela bola toda, segue perdendo de goleada para as equipes que fazem da TV brasileira uma das melhores do mundo.


O Brasil é o país que mais assiste TV no planeta por várias razões, mas principalmente porque nossa televisão é excelente, tanto na versão aberta quanto na paga.


Televisão
no Brasil salva a pátria, tem protagonismo político. Aqui os partidos fazem coligações não por ideologia ou conteúdo programático, mas pra ganhar mais tempo na TV.

Somos campeões em internet? Claro que sim. Talvez por identificarmos na tela do computador uma outra forma de televisão, onde se pode escrever, trocar fotos, bater papo (muitíssimas vezes, aliás, comentando o que passa na TV), buscar informações e ver filmes ao mesmo tempo.


Campeões em smartphones? Somos também. Quem pode resistir a essas televisõezinhas de bolso?


Brasileiro gosta de assistir, participar, zoar. Somos capazes de trazer o enrêdo de uma novela para o dia-a-dia, e brincar com isso, compartilhando imagens de Carminha com Max no Facebook pra ver se elas chegam ao conhecimento do Tufão. Somos divertidos, extrovertidos, irreverentes, contagiantes, exibidos e, antes de tudo, gregários. O povo mais comunicativo que existe, que tem no gosto pelo coletivo sua maior singularidade. Um povo que se fantasia do Carnaval à Corrida de São Silvestre, e que se comporta habitualmente como os vídeos do Youtube: caprichando em suas manifestações, pra ver se elas bombam e chegam à glória de aparecer na TV.


FONTE: Meio e Mensagem