Os dados revelam ainda que as horas trabalhadas na produção aumentaram 1,6% e o emprego, 0,5%, na comparação com junho
O faturamento na indústria teve elevação de 3,6% no mês de julho, se comparado com o faturamento do mês anterior, de acordo com pesquisa divulgada no dia 09 de setembro pela Confederação Nacional da IIndústria (CNI). Os dados revelam ainda que as horas trabalhadas na produção aumentaram 1,6% e o emprego, 0,5%, na comparação com junho.
De acordo com a pesquisa, entre as variáveis pesquisadas, o faturamento é a que teve maior elevação frente ao período pré-crise, fechando em 4,2% em julho em comparação ao mês de setembro de 2008. O indicador de emprego, que cresce de forma intensa e continuada há três meses, ficou 0,8% acima do nível pré-crise. Já as horas trabalhadas, mesmo com o crescimento de junho para julho, ainda está 2,2% inferior a setembro de 2008.
Os setores que se destacaram pelo maior ritmo de crescimento em julho foram o de veículos automotores, material eletrônico e de comunicação, máquinas e materiais elétricos, máquinas e equipamentos, produtos de metal e química, outros equipamentos de transporte e minerais não-metálicos. “Na análise setorial, o emprego é a variável que mostra maior aceleração no ritmo de crescimento. Registrou crescimento em 14 dos 19 setores analisados na pesquisa”, informa o economista do CNI, Marcelo de Ávila.
Fonte: Revista P&S
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Emprego na indústria registra crescimento de 0,3%
O crescimento no emprego industrial ficou em 0,3% do mês de julho para julho, revela pesquisa
Por Nara Faria
Pela sétimas vez consecutiva a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES) revelou resultado positivo na geração de emprego na indústria. Do mês de junho para julho, o crescimento no emprego industrial ficou em 0,3%, já descontados os efeitos sazonais.
Na comparação com julho de 2009, houve aumento de 5,4%. Esta foi a sexta taxa positiva seguida e a mais elevada desde o início da pesquisa. O indicador acumulado no ano chegou a 2,9%, acelerando frente ao fechamento do primeiro semestre (2,5%). O acumulado nos últimos 12 meses saiu de -1,5% em junho para -0,5% em julho, o que acentuou a redução na intensidade da queda iniciada em dezembro do ano passado.
Já o número de horas pagas teve diminuição de 0,3% frente ao mês imediatamente anterior. Em comparação com os mesmos períodos do ano passado, a alta foi de 5,7% no índice mensal e de 3,8% no acumulado dos sete primeiros meses do ano. A folha de pagamento real dos trabalhadores avançou 1,9% frente a junho, enquanto que, em relação a iguais períodos de 2009, houve crescimento de 11,2% na taxa mensal e de 5,6% no acumulado do ano.
Fonte: Revista PS
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