As mídias sociais estão cada vez mais presentes no universo dos empresários. Eles encontraram nas plataformas um eficiente meio para divulgar seus serviços e produtos, atrair novos clientes e, claro, estabelecer um diálogo com os interessados na empresa. Entretanto, novos espaços e possibilidades fazem surgir dúvidas e questionamentos. Qual é a melhor forma de utilizar esse espaço? Como otimizar os recursos que a rede social disponibiliza, e alavancar os negócios por meio de uma página da internet? A Inc Magazine fez uma seleção de 20 cases de sucesso de pequenos empresários e suas páginas no Facebook. A revista apontou em quais aspectos a utilização desse canal foi vantajosa para seus negócios. O fator predominante em todos os casos é o fortalecimento de um diálogo com o consumidor e a criação de uma rede de fãs de cada marca. Conheça a seguir alguns desses cases:
A empresa é pioneira no desenvolvimento de cosméticos com composição mineral e considera o Facebook uma ferramenta de diferenciação importante para a marca. Para Simon Cowell, diretor de marketing, a rede social funciona como um espaço para diálogo com os clientes, pois os comentários e observações postadas no Facebook servem como feed para a empresa, que redesenhou suas embalagens de produtos a partir dos comentários.
Para a Bonobos, loja online de roupas masculinas, o Facebook é uma parte crucial do seu modelo de negócio, sendo uma ferramenta poderosa para gerar novos clientes. A marca tem mais de 10 mil fãs na rede e utiliza o contato constante com os clientes para obter informações úteis sobre os produtos da empresa e experiências com o serviço.
Antes do pub irlandês Brendam ser inaugurado na Califórnia, EUA, o diretor de marketing da empresa, Tyler Rex, criou a página e por meio de atualizações freqüentes e fornecimento de conteúdo dinâmico, conquistou uma rede prévia de contatos e clientes para o estabelecimento. Rex afirma que cada comentário postado na página é respondido.
A empresa de 25 anos fabricante de produtos naturais para cuidados pessoais, Burt’s Bees, utiliza o Facebook como espaço para manter contato com seus fãs e clientes. “Por meio do Facebook, podemos introduzir novos produtos de forma mais interativa do que em anúncios impressos ou banner e oferecer um espaço onde os nossos consumidores podem se conectar uns com os outros”, explica Melissa Sowry, gerente de conteúdo de mídias sócias da empresa. De 2010 pra cá, a página da companhia dobrou a quantidade de fãs.
A Ecycler é uma empresa que ajuda seus clientes a instalarem mecanismos e rotinas de reciclagem em suas casas. Tim Laurent e Craig Robertson, co-fundadores da empresa, usam o Facebook como um canal de comunicação para os seus fãs e também para tornar o funcionamento interno do eCycler transparente. A empresa também produz uma série semanal de 30 segundos chamada “Crush that Can”, sobre reciclagem.
Escrito por Camila Hungria em 28.03.2011
Pequenas Empresas Grandes Negócios
quinta-feira, 31 de março de 2011
O Mercado se move: o novo polo dinâmico
Não se deve apenas pensar em como utilizar um site de maneira adequada, mas sim como fazer a transição de seus sites e aplicativos para as novas tecnologias
Se você observar com atenção o que vem acontecendo no planeta com relação às novidades tecnológicas e os movimentos mais recentes deste mercado, verá que os últimos anos foram caracterizados por uma surpreendente mudança de tendência, que afeta a todos, especialmente aos empreendedores.
Em meados da última década do século vinte, a dinâmica deste mercado sofreu uma alteração histórica: as inovações saltaram dos hardwares para os softwares. Ou, se você quiser uma definição mais clara, das máquinas para os sites. Para uma espécie de pano de fundo foram a IBM, a HP, a Digital e tantas outras empresas de produção de bens físicos e, num jorrar contínuo, foram saindo do forno a Amazon, o e-Bay, o Yahoo, o Wikipidea, o Google, o Youtube e, finalmente, em 2004, o Facebook e, em 2006, o Twitter. E de lá para cá, ou seja, nos últimos cinco anos, qual o site inovador, criador de novas tendências que foi acrescentado a esta lista? Os sites de ofertas e compras coletivas, que são de 2008, não são uma inovação – são um formato diferente de comércio eletrônico.
O que estamos vendo nos últimos anos é uma revisão desta tendência, com os sites voltando a dar passagem , como polo dinâmico do mercado, aos novos meios físicos de comunicação.
Refiro-me em especial aos tablets e aos smartphones, que em breve deixarão os formatos físicos anteriores de conexão limitados a determinadas aplicações. Numa virada súbita, não é mais a Microsoft a empresa líder do mercado, mas sim a Apple. Nos jornais e revistas, a maioria das matérias e do tom de admiração reverencial se deslocam . Bill Gates passa a ser um coadjuvante da ribalta, enquanto Steve Jobs preocupa o mundo com sua saúde e suas retiradas súbitas de cena. As vendas de smartphones e tablets surpreendem a cada dia, quebrando recordes e superando todas as expectativas.
Para os empreendedores isto significa que o momento não é mais apenas de pensar em como utilizar um site de maneira adequada para seus negócios, mas sim como fazer a transição de seus sites e aplicativos para as novas tecnologias. Sua empresa já tem uma presença especial no IPad e similares? Que aplicações do seu mundo digital já rodam adequadamente nos smartphones?
Para os empreendedores individuais e pequenas empresas, esta nova tendência pode ser fonte de grande crescimento e consolidação. Para os tecnólogos e formatadores de linguagens digitais, enormes possibilidades de trabalho e inovação.
Por aqui andamos às voltas com o crescimento explosivo dos sites de Compras Coletivas, os CCs. Já são mais de mil no mercado e possivelmente, em breve, serão dois ou três mil. São CCs de todo tipo, para crianças, para mulheres, para minorias e para comunidades localizadas.
Tenho aqui pra mim que esta explosão, no Brasil, acompanha, no mundo digital, a explosão de consumo das classes C e D, que com entusiasmo vão formando novos universos em nosso mega-universo empresarial, além do caráter indiscutivelmente novidadeiro do consumidor brasileiro. Ao fundo, como incentivador paralelo deste formato de negócios, as redes sociais.
Em breve, como em todos os surtos anteriores, haverá uma saturação do mercado e uma consolidação desta atividade. Hoje, com os tais mil sites mercadejando pechinchas, apenas seis deles já concentram mais de 80% das atividades do setor.
Que tal você, que está pensando em abrir mais um CC, alterar um pouco seu rumo, se ajustando às tendências acima descritas e voltando sua atenção para a ocupação destes nichos de mercado criados com os novos hip-techs , que certamente serão mais promissores e duradouros?
Por Jack London*
Pequenas Empresas Grandes Negócios
Se você observar com atenção o que vem acontecendo no planeta com relação às novidades tecnológicas e os movimentos mais recentes deste mercado, verá que os últimos anos foram caracterizados por uma surpreendente mudança de tendência, que afeta a todos, especialmente aos empreendedores.
Em meados da última década do século vinte, a dinâmica deste mercado sofreu uma alteração histórica: as inovações saltaram dos hardwares para os softwares. Ou, se você quiser uma definição mais clara, das máquinas para os sites. Para uma espécie de pano de fundo foram a IBM, a HP, a Digital e tantas outras empresas de produção de bens físicos e, num jorrar contínuo, foram saindo do forno a Amazon, o e-Bay, o Yahoo, o Wikipidea, o Google, o Youtube e, finalmente, em 2004, o Facebook e, em 2006, o Twitter. E de lá para cá, ou seja, nos últimos cinco anos, qual o site inovador, criador de novas tendências que foi acrescentado a esta lista? Os sites de ofertas e compras coletivas, que são de 2008, não são uma inovação – são um formato diferente de comércio eletrônico.
O que estamos vendo nos últimos anos é uma revisão desta tendência, com os sites voltando a dar passagem , como polo dinâmico do mercado, aos novos meios físicos de comunicação.
Refiro-me em especial aos tablets e aos smartphones, que em breve deixarão os formatos físicos anteriores de conexão limitados a determinadas aplicações. Numa virada súbita, não é mais a Microsoft a empresa líder do mercado, mas sim a Apple. Nos jornais e revistas, a maioria das matérias e do tom de admiração reverencial se deslocam . Bill Gates passa a ser um coadjuvante da ribalta, enquanto Steve Jobs preocupa o mundo com sua saúde e suas retiradas súbitas de cena. As vendas de smartphones e tablets surpreendem a cada dia, quebrando recordes e superando todas as expectativas.
Para os empreendedores isto significa que o momento não é mais apenas de pensar em como utilizar um site de maneira adequada para seus negócios, mas sim como fazer a transição de seus sites e aplicativos para as novas tecnologias. Sua empresa já tem uma presença especial no IPad e similares? Que aplicações do seu mundo digital já rodam adequadamente nos smartphones?
Para os empreendedores individuais e pequenas empresas, esta nova tendência pode ser fonte de grande crescimento e consolidação. Para os tecnólogos e formatadores de linguagens digitais, enormes possibilidades de trabalho e inovação.
Por aqui andamos às voltas com o crescimento explosivo dos sites de Compras Coletivas, os CCs. Já são mais de mil no mercado e possivelmente, em breve, serão dois ou três mil. São CCs de todo tipo, para crianças, para mulheres, para minorias e para comunidades localizadas.
Tenho aqui pra mim que esta explosão, no Brasil, acompanha, no mundo digital, a explosão de consumo das classes C e D, que com entusiasmo vão formando novos universos em nosso mega-universo empresarial, além do caráter indiscutivelmente novidadeiro do consumidor brasileiro. Ao fundo, como incentivador paralelo deste formato de negócios, as redes sociais.
Em breve, como em todos os surtos anteriores, haverá uma saturação do mercado e uma consolidação desta atividade. Hoje, com os tais mil sites mercadejando pechinchas, apenas seis deles já concentram mais de 80% das atividades do setor.
Que tal você, que está pensando em abrir mais um CC, alterar um pouco seu rumo, se ajustando às tendências acima descritas e voltando sua atenção para a ocupação destes nichos de mercado criados com os novos hip-techs , que certamente serão mais promissores e duradouros?
Por Jack London*
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