Se a sua empresa está em bolsa, é bom verificar amanhã se as ações
não subiram e com elas o capital da empresa. Será que os acionistas e o
mercado de capitais ficaram sabendo em tempo?
Ganhar um título de Top Of Mind é sempre compensador. Saber que o valor
da marca alavanca negócios e a reputação dela gera fluxo de caixa, é um
dosmomentos mais gratificantes para quem administra empresas com as
diretrizes do branding.
Nessas horas é que a diferença em fazer comunicação para vender e
comunicação para construir marca entra na conta. Não é uma conta
simples de se fazer. São muitos os componentes que determinam o preço de
uma empresa e outros de uma marca. Pelo lado da empresa todos os seus
ativos e fluxo de caixa descontado e por outro o quanto o intangível
percebido - conhecimento, lembrança, associações, qualidade e valores,
entre outros - alavanca fluxo de caixa, negócios.
Ter um Top Of Mind é nota elevada no conhecimento de um nome de uma
empresa e espalha por toda a cadeia de comunicação da marca. É bom fazer
também, rever toda a cadeia de formação da percepção de marca e usar a
lembrança do nome para irrigar as suas diferentes dimensões e entre
elas a desejada reputação.
FONTE: AdOnline
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Autenticidade na responsabilidade social
“A educação é um processo social, é desenvolvimento.
Não é a preparação para a vida, é a própria vida.”
(John Dewey)
Responsabilidade social é um dos imperativos do mundo corporativo
moderno. Para algumas organizações isso se resume meramente a práticas
de cunho assistencialista. A distribuição de ovos de páscoa em abril,
uma campanha do agasalho organizada durante o inverno, brinquedos
distribuídos no dia das crianças e cestas básicas ofertadas no Natal
funcionam como pequenas indulgências ao empresariado. A sensação de
legar uma contribuição à comunidade consegue amainar o espírito e
promover o bem, ainda que de forma pontual.Não é a preparação para a vida, é a própria vida.”
(John Dewey)
Outras empresas são eficientes em praticar marketing social. O importante não são as realizações, mas a repercussão midiática das ações tidas como sociais. Assim, investe-se mais em material publicitário e assessoria de imprensa do que nas pessoas beneficiadas, com foco precípuo na imagem institucional. Agindo assim, correm elevado risco, haja vista que a sociedade, apoiada pelas redes sociais, está atenta para denunciar publicamente um comportamento antiético.
Contudo, a autêntica responsabilidade social é exercida por companhias com visão de futuro, capazes de iniciativas de longo prazo, autossustentáveis e passíveis de serem replicadas, transformando positivamente a realidade dos envolvidos.
Dentro deste contexto, ações de caráter socioeducativo estão entre as mais dignas de serem desenvolvidas. O primeiro passo é a capacitação dos próprios funcionários, desenvolvendo competências que conduzam ao aprimoramento profissional, com consequente aumento da produtividade e elevação da autoestima. É a iniciativa privada mais uma vez suprindo as deficiências do Estado.
O chamado “apagão da mão de obra” é uma triste realidade evidenciada estatisticamente. Segundo o Sistema Nacional de Emprego (SINE), braço do Ministério do Trabalho e Emprego responsável pela intermediação de mão de obra e apoio ao programa de geração de emprego e renda, mais de 60% das vagas ofertadas em 2009 não foram preenchidas porque os candidatos não atendiam os pré-requisitos mínimos exigidos pelas organizações.
Construtoras brasileiras, em um momento de pujança do setor imobiliário, estão sendo obrigadas a importar engenheiros, em especial de outros países latinos, porque o número de profissionais formados anualmente em nosso país (32 mil, em 2008), atende a menos da metade da demanda de mercado.
O segundo passo consiste em transpor o processo educacional para além dos muros da corporação, alcançando os familiares. Um bom exemplo é a educação financeira. O papel de uma empresa não é facilitar o acesso ao crédito consignado, mas ensinar seus funcionários a lidar com o dinheiro. E o êxito desta tarefa depende eminentemente da participação do cônjuge.
Por fim, deve-se envolver a comunidade. O objetivo deve ser a integração do público com o privado. A promoção de manifestações artísticas e culturais, a conscientização da cidadania e o desenvolvimento de um senso de pertencimento e propriedade possibilitam a construção de uma sociedade mais equilibrada, com menos conflitos e maiores oportunidades. De quebra, as empresas investem na formação de um promissor mercado consumidor para seus produtos e serviços.
Associado a estes aspectos temos outros fatores fundamentais, com destaque para a adoção de políticas de estímulo à diversidade e a inclusão de pessoas com deficiência, as quais não são uma minoria silenciosa, posto que representam parte significativa da população brasileira.
FONTE: AcontecendoAqui
Assinar:
Postagens (Atom)