quinta-feira, 5 de julho de 2012
Os problemas do Marketing que você tem que resolver
A cegueira de algumas empresas em não se atualizarem às novas
tendências do mercado ainda é o grande desafio para o próprio
crescimento das marcas. Lançando-se em espaços na web,
as companhias ainda não entenderam que as mídias sociais não devem ser
pensadas à parte, mas sim como ponto fundamental do planejamento. As
conclusões são de Alberto Cerqueira Lima, Presidente no Brasil da
Copernicus Marketing Consulting e com mais de três décadas de
experiência em Marketing.
Estudo indica que redes sociais atraem mais as mulheres do que os homens
Uma pesquisa de psicologia feita pela Universidade de Bath (Reino
Unido) indica que mulheres e homens têm diferenças na hora de acessar a
internet. Enquanto as redes sociais atraem mais o público feminino, os
sites de jogos e apostas online são os preferidos dos homens.
A pesquisa coordenada pelos professores de psicologia da universidade
britânica analisou a forma que 389 mulheres e 100 homens acessavam a
internet. A amostragem foi escolhida para coincidir com uma pesquisa
feita há 10 anos na mesma universidade. Os levantamentos foram feitos
durante os primeiros meses deste ano.
Como conclusão, o estudo apontou que as mulheres são mais propensas a
usar sites como o Facebook e o Twitter. Elas também costumam acessar o
e-mail mais vezes do que os homens. Sites de notícias, de jogos
(incluindo jogos de azar) e apostas tem mais público masculino do que
feminino.
Em dez anos, diferenças no acesso aumentaram entre homens e mulheres
Na primeira pesquisa de gênero feita pela universidade, a conclusão
dizia que a tecnologia acabaria equilibrando a forma que homens e
mulheres acessam a internet. Pelo o que se viu na pesquisa de 2012, não
foi o que aconteceu. Com a chegada das redes sociais e aumento das
possibilidades de se jogar online, a distância entre o tipo de navegação
aumentou entre os gêneros.
Para o professor Richard Joiner, o uso da internet reflete a própria
sociedade: “"Nossas descobertas indicam que ao invés de superar as
diferenças de gênero, o uso da Internet por homens e mulheres parece
refletir, e em alguns casos até agravar, as diferenças", disse Joiner ao
site Today Online.
Pesquisas como a realizada pela Universidade de Bath podem ajudar
empresas a descobrir quais são os melhores locais para colocar anúncios
que atinjam um público-alvo. Também podem ajudar na própria formatação
dos sites. Em teoria, as redes sociais poderiam se adaptar mais às
mulheres se o estudo se confirmar.
FONTE: IabBrasil
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