Pensando na expansão das redes sociais e no poder que os seus usuários têm alcançado, a companhia de hardware americana Dell lançou recentemente seu Social Media Listening Command Center, um centro para monitoramento desses sites. “Com a tecnologia atual, você não tem mais controle sobre a sua conversa com consumidores”, afirma Steve Felice, presidente da Dell na área de consumidor e pequenas e médias empresas. “Eles podem transmitir facilmente o que pensam.”
Localizado em um andar do complexo da corporação na cidade de Round Rock, no Texas, o departamento emprega em torno de 48 funcionários preparados para interagir com usuários de redes sociais em 11 línguas. Mais de 22 mil tópicos relacionados à empresa são monitorados diariamente.
Outra estratégia que a empresa vem utilizando para ganhar espaço nesse universo é treinar todos os funcionários interessados para interagir nesses sites. Em julho, foi criada a Social Media and Community University (ou SmaC), centro de aprendizado que até dezembro já capacitara mais de 5 mil colaboradores. “Nós estamos ensinando nossos funcionários a se comunicarem de forma correta nessas redes”, afirma Caroline Dietz, gerente do centro.
O departamento, que a Pequenas Empresas & Grandes Negócios visitou em dezembro, funciona em um espaço com mesas coloridas e estações de trabalhos com múltiplas telas, que mostram Twitter, Facebook e outras redes.
Ao lado, em uma sala em formato de aquário, há uma das novidades desse centro: de frente para seis monitores, ficam os três funcionários responsáveis por controlar todas as interações feitas pelos outros colaboradores e estudar todos os tópicos relacionados à Dell, de forma mais centralizada. Nos monitores, assuntos relacionados a Dell são divididos em áreas diferentes: uma tela, por exemplo, mostra as manifestações de usuários de acordo com a qualidade da mensagem – positivas ou negativas –; outra retrata o que os internautas considerados mais influentes estão falando sobre a empresa. Como explica Caroline, eles são os “governadores”, aqueles responsáveis por tomar alguma ação caso surja alguma crise.
Devido ao cuidado que a companhia tem com a nova estratégia e com os dados e resultados alcançados por ela, não é permitido tirar fotos dessa sala.
Esta reportagem é um extra da matéria "Eles movem o mundo", publicada na edição impressa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios (ed. 264 - janeiro/2011).
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Uso da capacidade na indústria atinge 82,2%, aponta CNI
Após cinco meses seguidos de redução, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou em outubro para 82,2%, depois de ter chegado a 82% em setembro, de acordo com os Indicadores Industriais divulgados hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com o resultado, segundo a CNI, o uso da capacidade retornou a um patamar similar ao de março deste ano. Na comparação com outubro de 2009, a UCI aumentou 1,4 ponto porcentual.
Depois de três meses seguidos de crescimento, no entanto, o faturamento real (descontada a inflação) na indústria recuou 0,7% em outubro, na comparação com setembro deste ano, com dados dessazonalizados. Ainda assim, na comparação com outubro do ano passado, as vendas da indústria no período foram 4,7% superiores. Após ajuste nos meses anteriores, as horas trabalhadas na produção, em outubro, ficaram praticamente estáveis em relação ao mês anterior, com crescimento de 0,1%. Em relação a outubro de 2009, a expansão do indicador é de 4,7%.
Da mesma forma, o emprego industrial se manteve estável em outubro, na comparação com setembro. Como esse indicador não apresenta queda há 16 meses, o crescimento acumulado em relação a outubro do ano passado é de 6,5%. Além disso, como essa variável ficou estável no mês, o crescimento de 4,5% da massa salarial real, em outubro ante setembro (dados originais)está diretamente ligado ao rendimento médio dos trabalhadores, que cresceu 4,4% no mês. Em relação a outubro do ano passado, a massa salarial real apresenta aumento de 10%,
Da Agência Estado
Depois de três meses seguidos de crescimento, no entanto, o faturamento real (descontada a inflação) na indústria recuou 0,7% em outubro, na comparação com setembro deste ano, com dados dessazonalizados. Ainda assim, na comparação com outubro do ano passado, as vendas da indústria no período foram 4,7% superiores. Após ajuste nos meses anteriores, as horas trabalhadas na produção, em outubro, ficaram praticamente estáveis em relação ao mês anterior, com crescimento de 0,1%. Em relação a outubro de 2009, a expansão do indicador é de 4,7%.
Da mesma forma, o emprego industrial se manteve estável em outubro, na comparação com setembro. Como esse indicador não apresenta queda há 16 meses, o crescimento acumulado em relação a outubro do ano passado é de 6,5%. Além disso, como essa variável ficou estável no mês, o crescimento de 4,5% da massa salarial real, em outubro ante setembro (dados originais)está diretamente ligado ao rendimento médio dos trabalhadores, que cresceu 4,4% no mês. Em relação a outubro do ano passado, a massa salarial real apresenta aumento de 10%,
Da Agência Estado
Assinar:
Postagens (Atom)