terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sinergia criativa

Por: Tônia Horbatiuk Dutra


A natureza do homem é seu maior fascínio, sua melhor dádiva e seu grande problema! Caso fosse um ser simples, delimitável, ou minimamente estável e uniforme, não haveria de provocar verdadeiras erupções vulcânicas em copo d’água, na sua singular história de alguns milhões de anos.


Ao perceber-se habilidoso com a matéria, tratou de manipulá-la e dominá-la. Ao contrapor-se a outros homens, tomou gosto pela disputa. Ao refinar suas sensibilidades etéreas alçou patamares inimagináveis, elevando-se à condição de criador.


A complexidade humana reside na sua estranheza em ser na natureza e na cultura e equilibrar as exigências na sua condição de agente, potência desejosa de realização.


Seria mais fácil se nos bastasse assimilar nutrientes, fazer a fotossíntese, desabrochar em flores e em seguida perecer; ou mesmo, caçar em campo aberto e atender necessidades vitais: um rugido mais forte, a força bruta, o ninho.


Mas não é assim. Quando temos comida, queremos casa; quando temos abrigo, queremos carro; quando temos locomoção, queremos viagens; quando temos a casa dos amigos, queremos Paris; quando temos Paris, queremos a Lua, Marte, satélites prateados monitorados por máquinas e mais máquinas.


Isso significa que o homem é fantástico, sim. Ele não para de inventar e desejar outras experiências, para os sentidos, para o intelecto, para o corpo e para a alma. É esse exercício que alimenta a liberdade humana e testa seus limites.


E é nesse ponto que o homem se depara com as limitações físicas do oikos, a sua casa Planeta Terra, para acompanhar seu ritmo frenético de invencionices.


Estamos vivendo uma transição muito profunda, que diz respeito à ciência, à ética e à economia, cujas respostas provêm dessa incessante busca de sentido que é a existência humana. Vem da percepção individual e coletiva de que mais do que transacionar matéria, precisamos compartilhar ideias e ideais. Que a capacidade criativa e realizadora do homem se potencializa quando reciprocamente sintonizada, e se propaga como energia positiva, produzindo o novo em harmonia.


FONTE: AcontecendoAqui

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Para economizar papel, banca na Suécia oferece jornal impresso na hora

Meganews, banca de jornais e revistas instalada em Estocolmo, na Suécia, é a primeira do mundo que conta com um sistema de impressão instantânea, que ajuda a reduzir o desperdício de papel. Parecido com as gráficas, o mecanismo digital permite que os clientes escolham suas publicações, paguem o preço estabelecido, e, em dois minutos, levem as impressões para casa.


A medida também dá um fim ao encalhe d jornais e revistas que sobram nas bancas e precisam ser devolvidos à editora, eliminando um sério prejuízo para o mercado editorial. Outra vantagem é que o Meganews dispensa transporte, reduzindo também as emissões de carbono. “É necessário reduzir os gastos causados por apenas uma cópia. Boa parte dos custos para as editoras estão relacionados à distribuição destes materiais”, diz Stefan Melesko, especialista do Media Economics.


Depois de serem compiladas em formato digital pelas editoras, as publicações são enviadas ao Meganews, que reproduz os elementos gráficos com qualidade parecida à das impressoras digitais convencionais. O sistema também permite que o material seja atualizado ou alterado pela editora.


A banca foi recentemente inaugurada na capital sueca, seguindo o modeloon demand, em que cada cliente imprime somente a publicação que precisa ter em mãos. São oferecidas as principais publicações internacionais, e o pagamento é feito por meio de cartões de crédito ou débito. Confira no vídeo (em inglês) abaixo:



Com informações, CicloVivo.

FONTE: AcontecendoAqui