Por: Andréa Dietrich
Vou me atrever a falar um pouco sobre tecnologia, mesmo essa não sendo a
minha especialidade. Mas justamente porque estou cada dia conhecendo
mais disso que me interessei a compartilhar um ponto de vista sobre o
tema.
Na verdade, estou acompanhado de perto uma transformação
do mercado, ajudando no aculturamento de times sobre a visão digital que
deverá permear toda a corporação daqui em diante. E o que estamos vendo
são as áreas de tecnologia ganhando cada vez mais peso nas corporações e
ficando cada vez mais próximas das áreas de negócio justamente por esse
momento de mudanças.
Uma grande transformação para os
profissionais do negócio, que passam a ter que entender mais de
tecnologia/ digital, e também para os profissionais de TI, que atuando
mais junto ao negocio, começam a ter que desenvolver uma visão mais
estratégica e ampla de tecnologia, provendo soluções e analises
qualificadas para tomada de decisão e para alavancagem de resultados.
Uma TI cada vez menos “mecânica” e mais estratégica. Uma mudança acima
de tudo cultural, que requer a transformação dos velhos hábitos
tecnológicos.
Os maiores desafios das empresas atualmente têm
em sua essência tecnologia, como: big data (processamento e cruzamento
de muitos dados com fontes diferentes), mobilidade, multicanalidade e
inovação (onde as grandes transformações acontecem via plataformas
digitas). Esse é o tema de capa, inclusive, da revista TI Inside de
dezembro do ano passado.
Se os fatores críticos de sucesso
das empresas estão pautados na utilização estratégica do digital, então
uma TI forte e qualificada pode ser a grande impulsionadora do negócio.
Uma TI que deverá provocar uma transformação, não só de sistemas, mas
também mercadológica.
A matéria da revista traz uma provocação
interessante do analista sênior da Frost & Sullivan, Fernando
Belfort, onde o ponto de vista é que o CIO do futuro não será
responsável por informação e sim inovação, sendo o Chief Innovation
Officer. Gostei disso, a mais pura verdade.
É tempo de inovar, de transformar.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Propaganda no Facebook cresce 41%
Apesar da queda nos lucros, rede social comemora o interesse publicitário no último trimestre, especialmente em mobile
Mark Zuckerber, CEO do Facebook
Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação
Em balanço divulgado ontem (30/1), o Facebook anunciou que a receita
com publicidade cresceu 41% no último trimestre de 2012, apesar de o
lucro da empresa ter retraído 79% no mesmo período. O aporte financeiro
vindo de propaganda foi de 1,33 bilhão de dólares, com destaque ao
crescimento em dispositivos móveis, que atingiu 23% do total. O
dinheiro arrecadado em publicidade representou 84% de toda receita do
Facebook no quarto trimestre de 2012. No período anterior, a receita de
propaganda em celulares e tablets somou 153 milhões de dólares, ou 14%
do total naquele período.
Mark Zuckerberg também participou do anúncio. Segundo o Wall Street Journal, o CEO disse que “não há dúvidas de que hoje o Facebook é uma empresa mobile”. No fim de dezembro, a média mensal de pessoas que acessavam o aplicativo em smartphones era de 680 milhões de usuários, crescimento de 57% em relação ao ano anterior.
O Facebook Exchange, serviço lançado em setembro que auxilia na busca por consumidores em tempo real segundo seus hábitos de sua navegação pela internet, registra cerca de 1 bilhão de impressões por dia, de mais de 1.300 clientes.
O crescimento em mobile na rede de Zuckerberg acompanha a tendência global. Segundo a consultoria eMarketer, a propaganda em dispositivos móveis dobrou no mundo todo em 2012, chegando a 8,41 bilhões de dólares. É esperado crescimento de 61,6% de receitas em anúncios nessas plataformas em 2013, chegando a 20,3 bi em 2014.
FONTE: Meio e Mensagem
Mark Zuckerberg também participou do anúncio. Segundo o Wall Street Journal, o CEO disse que “não há dúvidas de que hoje o Facebook é uma empresa mobile”. No fim de dezembro, a média mensal de pessoas que acessavam o aplicativo em smartphones era de 680 milhões de usuários, crescimento de 57% em relação ao ano anterior.
O Facebook Exchange, serviço lançado em setembro que auxilia na busca por consumidores em tempo real segundo seus hábitos de sua navegação pela internet, registra cerca de 1 bilhão de impressões por dia, de mais de 1.300 clientes.
O crescimento em mobile na rede de Zuckerberg acompanha a tendência global. Segundo a consultoria eMarketer, a propaganda em dispositivos móveis dobrou no mundo todo em 2012, chegando a 8,41 bilhões de dólares. É esperado crescimento de 61,6% de receitas em anúncios nessas plataformas em 2013, chegando a 20,3 bi em 2014.
FONTE: Meio e Mensagem
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